Screenshot

Uma confusão envolvendo atraso no pagamento de aluguel terminou em caso de polícia na madrugada deste sábado (23), no bairro Jundiaí, em Anápolis. O caso chamou atenção após uma moradora denunciar que teve cartazes ofensivos pregados em frente à residência onde vive.

Call To Action

Click here to change this text. Lorem ipsum dolor sit amet, consectetur adipiscing elit. Ut elit tellus, luctus nec ullamcorper mattis, pulvinar dapibus leo.

Segundo informações apuradas pela reportagem, a mulher relatou que está com aproximadamente três meses de aluguel em atraso. O imóvel seria administrado por uma imobiliária e, conforme o boletim de ocorrência, uma ação de despejo chegou a ser movida judicialmente.

Ainda de acordo com a denunciante, decisões em primeira e segunda instância teriam sido favoráveis à permanência dela no imóvel até o momento.

A situação teria se agravado nos últimos dias, quando os proprietários passaram a comparecer na residência para cobrar os valores em aberto. Conforme relatado à Polícia Civil, durante algumas dessas visitas teriam ocorrido ameaças, discussões e exposição pública da moradora diante de vizinhos.

A mulher afirmou que os envolvidos passaram a gritar palavras ofensivas na porta da residência e chegaram a espalhar cartazes com frases chamando-a de “caloteira”, “golpista” e outros termos considerados humilhantes. Imagens registradas no local mostram folhas com acusações espalhadas em frente ao imóvel.

Na madrugada deste sábado, a Polícia Militar foi novamente acionada após o casal informar que o interfone da casa estaria sendo tocado de forma insistente durante a madrugada. Segundo os moradores, o episódio aumentou ainda mais o medo e a sensação de intimidação.

O caso foi registrado na delegacia pelos crimes de ameaça, injúria e difamação. A Polícia Civil deverá apurar as circunstâncias da ocorrência e ouvir os envolvidos nos próximos dias.

O episódio rapidamente repercutiu nas redes sociais e reacendeu discussões sobre os limites legais em cobranças de dívidas e exposição pública de devedores. Especialistas apontam que, mesmo diante de inadimplência, cobranças vexatórias ou constrangimento público podem configurar infrações previstas na legislação brasileira.

Deixe um comentário

O seu endereço de email não será publicado. Campos obrigatórios marcados com *