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A Polícia Civil de Goiás concluiu, nesta segunda-feira (10), o inquérito que apurava denúncias de que um intermediário estaria cobrando R$ 7 milhões em nome do prefeito de Anápolis para liberar um alvará empresarial. A acusação ganhou repercussão após entrevistas concedidas por um advogado a blogs e redes sociais da cidade.

Durante a investigação, foram analisados depoimentos, vídeos, áudios e dados telefônicos. O relatório final confirmou que o homem apontado como intermediário não possui qualquer vínculo com a Prefeitura nem autorização para falar em nome do gestor municipal. As apurações indicaram que o suspeito utilizava indevidamente a imagem do prefeito para tentar obter vantagens financeiras.

Com base nas provas técnicas e nos testemunhos colhidos, duas pessoas foram indiciadas pelo crime de tráfico de influência majorado. O documento reforça que não houve participação, conhecimento ou envolvimento do prefeito ou de integrantes da administração municipal na articulação investigada.

O caso segue agora para análise do Ministério Público e do Poder Judiciário, que irão avaliar as responsabilidades e dar continuidade ao processo judicial.

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