A moradora Michely Ramos da Silva, residente no bairro Boa Vista, fez uma denúncia grave ao Repórter Anápolis sobre a situação dos fios de internet soltos em vias públicas da cidade.
Segundo ela, seu filho sofreu um acidente na Rua 20, quando passava de moto e um cabo de internet caiu sobre o pescoço, colocando sua vida em risco.
“Meu filho ontem quase morreu por causa desses fios soltos. Ele estava passando de moto na Rua 20 e o fio pegou no pescoço dele. Quero pedir providências dessa operadora ou da Equatorial, porque está difícil essa situação. Até quando isso vai ficar assim?”, relatou Michely.
A reclamação expõe um problema recorrente em diversos bairros de Anápolis: cabos de internet e telefonia abandonados ou mal fixados, que ficam pendurados e expostos, oferecendo perigo constante para pedestres, motoristas e motociclistas.
Moradores cobram que empresas de telecomunicações e a concessionária Equatorial Energia sejam responsabilizadas e realizem reparos urgentes, evitando novos acidentes.
A situação reforça a necessidade de fiscalização mais rigorosa por parte das autoridades municipais e das empresas responsáveis, já que a negligência pode resultar em tragédias.
Outra fato
Um menino de 10 anos sofreu um choque elétrico ao encostar em um fio de internet solto em Anápolis, reacendendo a preocupação da população com a falta de manutenção das redes de telefonia e internet na cidade. O acidente, que poderia ter terminado em tragédia, evidencia o perigo constante que cabos abandonados representam para crianças, pedestres e motoristas.
Moradores relatam que fios caídos e mal fixados são comuns em diversos bairros, pendurados em postes ou arrastando pelo chão. A situação já havia sido denunciada anteriormente por famílias que sofreram acidentes semelhantes, como o caso de um motociclista atingido por um cabo na Rua 20. Esses episódios reforçam a sensação de insegurança e a indignação da comunidade diante da negligência das empresas responsáveis.
A população cobra providências urgentes das operadoras de telecomunicações e da concessionária Equatorial Energia, além de maior fiscalização por parte das autoridades municipais. O caso do menino serve como alerta para que medidas imediatas sejam tomadas, evitando que novos acidentes aconteçam e garantindo a segurança de todos nas ruas de Anápolis.
